O Bloco Balada, o Bloco do Jammil, além de se tornar realidade, se tornou o “olho do furacão”. O maior ponto de concentração de baladeiros, praieiros, guerreiros, solteiros e, claro, da mulherada.
O Jammil passa 359 dias do ano se aquecendo para o carnaval, para o bloco do seu coração: o Balada!
E não se aquece ensaiando em estúdios, mas em grandes shows por todo o Brasil. Seja em festivais, ou em suas próprias festas itinerantes: o Balada Trip e o Luau do Jammil. Festas feitas justamente para mostrar para o Brasil o som rock, pop, axé, que só o Jammil tem. A cada ano que passa eles arrastam mais fãs, criando vários tornados com essa massa de ar quente e de gente, que seguem rumo ao carnaval de Salvador.
E agora, em 22 de Fevereiro de 2009, foi visto e comprovado por pesquisadores, foliões e imprensa, o Balada - Bloco do Jammil, o Olho do Furacão passando pelo Farol da Barra tirando do chão todos os corpos inertes e já cansados dos três primeiros dias de carnaval.
E o Furacão cresce mais com a fusão de massa de ar quente e de gente, com a frente fria que vem do mar. E o El Niño do axé chega em casa, na Casa dos Praieiros, somando mais praieiros, baladeiros e mulherada a esse fenômeno natural da música baiana: o Jammil.
E nessa ventania de alegria, que mistura som, beijo e cerveja. O furacão fica em perfeita simetria, mais redondo do que nunca, ao chegar no Camarote Skol. Onde Manno e Beto comandam o trio, enquanto Tuca canta e toca da passarela feita De Bandeja pelo Skol. E com músicas de sucesso do grupo, o tufão mostra a simetria na coreografia, na qual, bloco, pipoca e camarote dançam e cantam parecendo um só.
E quando chega ao Bêco da Loucura, o furacão no ápice de sua força, Tuca resolve descer no elevador do trio criando uma correnteza em direção ao Jammil. Manno puxa o hino do Bahia! Um mar de gente pulando sem parar, quase que um terremoto de grau 5 na escala Richter. Ih...f.....o Jammil apareceu! E estremeceu!!!
Depois da tempestade, vem a bonança. E o bloco da banda Jammil pára nas gordinhas de Ondina, num ritmo gostoso, calmo, com cordas baixas, onde pipoca e baladeiros curtem abraçados os últimos momentos desse fenômeno da natureza, e do Carnaval.
Censura: 16 anos
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Representante oficial e credenciado a Central do Carnaval – Salvador - BA
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